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Arquivo da categoria ‘Matérias’

Saint Seiya no Brasil

Publicado por Diego Maryo em 2008/12/24

O universo dos mangás, animes e cosplays está se tornando cada vez mais forte no Brasil. Mas onde foi que tudo começou?

A invasão dos heróis japoneses

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Em 1964, National Kid (o primeiro Tokusatsu no Brasil) fez sucesso na Tv Record. Criado a partir dos mangás do desenhista Daiji Kazumine, criador também de SpectremanNational Kid fez sucesso graças à inventividade de uma narrativa em que a aventura e o suspense eletrizavam, mesmo sem muitos recursos tecnológicos. Nos anos 90, National Kid foi exibido pela Tv Manchete, mas não reproduziu o mesmo sucesso.

As Lendas de Uma Nova Era

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O anime que provocou uma “febre” mundial, conquistando legiões de fãs ao redor do mundo e abrindo as portas do mercado brasileiro para a vinda de diversos animes até hoje, foi Cavaleiros do Zodíaco. Exibido na extinta Tv Manchete em 1994, no Cartoon Network em 2003, na Band em 2004, na Rede 21/Play Tv em 2005, ainda há boatos sobre sua volta em 2009 na tv brasileira.

Universo Otaku Brasileiro

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No ocidente, otaku é o termo usado para fãs de animes e mangás em geral, mesmo tendo um significado pejorativo no oriente (indivíduo obcecado por algum assunto).

Cosplay na mídia

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Antes desconhecido pela maioria da população, o termo Cosplay tem sido muito divulgado em grandes emissoras de televisão. É a abreviação de “costume player” (fantasia, ou costume = roupa / traje / fantasia e play = atuar), e é uma atividade que surgiu nos Estados Unidos em convenções de quadrinhos na década de 70, quando fizeram uma promoção onde as pessoas com fantasias de super-heróis entrariam de graça. Com o passar do tempo foi se tornando uma tradição e um hábito que se espalhou por todos os tipos de convenções envolvendo séries ou personagens, principalmente, de “Jornada nas estrelas” (Star Trek) e “Guerra nas estrelas” (Star Wars), onde as pessoas fantasiadas se tornaram a principal atração com concursos de fantasia e interpretação de cenas dos filmes ou episódios, revelando talentos de nível profissional. Rapidamente se espalhou pelo mundo todo, chegando na Comiket, famosa convenção realizada há anos no Japão, onde o termo se popularizou e se espalhou especialmente em eventos e encontros de anime, mangá e videogames.

Vídeos:

Vídeos da Globo.com :

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM883824-7822-CONCURSO+DE+COSPLAY,00.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM854485-7823-APAIXONADOS+POR+DESENHOS+JAPONESES+SE+REUNEM+NA+VILA+GUILHERME,00.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM165823-7823-PERSONAGENS+DOS+DESENHOS+ANIMADOS+JAPONESES+GANHAM+VIDA+EM+EVENTO+NA+CAPITAL,00.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM922738-7823-CONHECA+A+CONEXAO+CEARAJAPAO+DE+UMA+LAN+HOUSE+DE+FORTALEZA,00.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM136683-7823-FAS+DE+DESENHOS+JAPONESES+SE+REUNEM+EM+TAGUATINGA,00.html

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM854337-7823-MANGAS+SAO+TEMA+DE+FEIRA+EM+FORTALEZA,00.html

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O 13º Signo do Zodíaco!

Publicado por Diego Maryo em 2008/12/23

A constelação da amazona de prata Shina é na verdade Ophiuchus (Ofiúco, Ofiúcus ou Ofídius – Cobra) o Serpentário, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Ophiuchi. Representa-se o serpentário como um homem segurando a Serpente, que fica dividida em duas partes no céu, Serpens Caput e Serpens Cauda, sendo mesmo assim contadas como uma única constelação.

 

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RS Ophiuchi, uma estrela muito fraca, é parte de uma classe bizarra conhecida como “novas recorrentes”, cujo brilho aumenta em intervalos irregulares, centenas de vezes em poucos dias. A Estrela de Barnard, a quinta estrela mais próxima do Sol, também está nesta constelação. Outro sistema que faz parte da constelação é o 36 Ophiuchi.

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De acordo com as fronteiras modernas, suas vizinhas são Hercules, Serpens Caput, Libra, Scorpius, Sagittarius, Serpens Cauda e Aquila.

Embora já fosse conhecida na Antiguidade, quando se formularam as regras da Astrologia, não é admitida no zodíaco porque há 3 mil anos estava longe da eclítica. Porém, com a precessão dos equinócios, já se situa entre Sagitário e Escorpião.

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Na mitologia grega, Ofiúco corresponde a Asclepio, filho do deus Apolo e da mortal Corônides. Desenvolveu tal habilidade na medicina, acreditava-se que tinha poder de ressuscitar os mortos. Ofendido, Hades pediu a Zeus que o matasse, por violar a ordem natural das coisas — e Zeus concordou. No entanto, como tributo a seu valor, decidiu colocá-lo no céu rodeado por uma serpente, símbolo da vida que se renova.Os egípcios e outros povos pagãos tem o calendário com 13 meses (28 dias cada). Para eles e antigos praticantes de bruxaria (celtas, druidas, vikings, etc.) a divisão do calendário não era como conhecemos agora. Eles se baseavam nas estações do ano e os solstícios e equinócios de cada época correspondente.Friday: Frigg’s Day. Frigg era esposa de Odin.

Por exemplo, se analisarmos os nomes do dias da semana em inglês, veremos que têm uma influência tipicamente pagã:

Sunday: dia do Sol = Sol e day = dia.

Monday: dia da Lua = Mon (variação de Moon, Lua).

Tuesday: Toad’s Day, dia do Sapo (o significado é desconhecido, se crêe que as bruxas comprovavam a gravidez de uma mulher colocando um sapo vivo à vista. Se a jovem sentia náuseas a gravidez era confirmada).

Wednesday: aqui tem um duplo sentido. Poderia ser Wedding’s Day (dia de casamento) ou Wooting’s Day (Dia de Odin, deus supremo dos vikings).

Thursday: Thor’s Day, dia de Thor, o famoso deus trovão, filho de Odin.

 

Saturday: Sabbath’s Day, dia de sabá.

Nosso ano de 365 dias e 1/4 (que seria o ano bisexto cada 4 anos) foi adaptado por um clérigo Italiano chamado Gregorius, no séc 12. Ele teve que disfarçar as festas pagãs de acordo com as festividades cristãs e é por isso que algumas são muito “semelhantes”, com a diferença de 2 ou 3 dias, cada uma. Por exemplo: Ostara é a Páscoa, Yule é o Natal, etc. Porém, ele
tirou o 13º mês, já que, naquela época, as bruxas eram consideradas portadoras do mal e da má sorte. É daí que provém a superstição do azar do nº 13.
No Antigo Egito, esse número não tinha nada a ver com má sorte ou o mal. Os egípcios foram praticamente os criadores da base para a astrologia moderna. Seus métodos de analisar o céu até hoje impressionam os arqueólogos mais renomados.


Foi descoberto no teto do templo de Dendera um calendário zodiacal com os 12 signos do Zodíaco moderno (Áries, Câncer, Touro, etc) e um 13º signo chamado Ofídius, simbolizado pela cobra. Para eles, esse réptil era considerado símbolo da energia solar e de poder. No Zodíaco de hoje, Ofídius foi retirado, já que para muitos, a serpente é um animal maldito. Basta lembrar que foi ela quem “tentou” Eva no Paraíso, para os judeus e cristãos. Porém, para os egípcios, o calendário de 13 signos significava a perfeição do céu. Era divido em 13 casas com suas correspondências zodiacais, formando um círculo perfeito de 360 graus, já que, este calendário era de 360 dias, simbolizando a harmonia entre o céu e a terra, à noite e o dia e os humanos com os deuses. Para essa cultura milenar, seu país era um espelho do céu e o Nilo equivalia à Via Láctea. De fato, como já foi observado por muitos egiptólogos e investigadores, essa idéia presidia na localização, disposição e orientação dos edifícios sagrados. Em um determinado momento do ano, no verão, em uma específica hora da noite, o Nilo, perto da Grande Pirâmide, está perfeitamente alinhado com a Via Láctea (e as três pirâmides com a Constelação de Orion), como se fosse sua continuação. Quem presenciou esse fenômeno, conta que ficou assombrado diante de tal maravilha. Além do mais, o Nilo é o único rio do mundo que corre de Sul à Norte (comprovado cientificamente). Para os físicos e geólogos, isso é um total mistério, já que todos os rios do planeta correm ao contrário, ou seja, de Norte a Sul. Essa peculiaridade do Nilo só poderia ter sido modificada artificialmente milênios atrás, segundo os científicos. Por quem, por quê e como, não se sabe. Os investigadores somente chegaram a uma única conclusão: que se o Nilo não “funcionasse” assim, a cultura egípcia não teria sobrevivido e prosperado, já que dependiam de suas águas para transporte e alimento.

Conta a lenda que os Sacerdotes Egípcios conheciam os segredos da morte e do renascimento, sabemos que eles desenvolveram a tecnologia da mumificação e suspeita-se da existência de um Livro dos Mortos.

Desde a antiguidade as constelações estelares foram observadas e histórias são contadas na tentativa de traduzir a criação do cosmo, de nosso sistema solar e da Terra.

 

Fanart de Shina com Armadura de Ouro

Fanart de Shina com Armadura de Ouro

Nosso Zodíaco é formado tradicionalmente por 12 constelações estelares que representam os 12 signos. Aparentemente a constelação entre os signos de Escorpião e Sagitário foi apartada do Cinturão Zodiacal. Esta constelação chamada de Ofiúcus ou Serpentenário já era conhecida na Atlântida quando o homem mantinha a consciência desperta. Esta civilização ancestral ocorreu entre as eras de Touro (oposto de Escorpião) e Gêmeos (oposto a Sagitário) assim sendo no eixo de oposição onde se encontra a Constelação Ofiúcus. Touro tradicionalmente e Gêmeos esotericamente são signos regidos por Vênus que é o único astro de quinto raio regente de Aquário esotericamente sendo o regente da Nova Era. Ao tempo em que o touro era sagrado, imagens do Egito antigo fazem referencia ao Touro e na mitologia encontramos a deusa Hator com chifres de touro. Apolo confiou Esculápio ao centauro Quirão, que lhe ensinou medicina. O jovem tornou-se tão hábil nessa ciência que descobriu um meio de ressuscitar os mortos. Dentre aqueles cuja vida recuperou destacam-se Júpiter, Licurgo, Hipólito, Glauco. Júpiter, temendo que essas ressurreições alternassem a ordem do mundo, fulminou Esculápio, com raios forjados pelos Ciclopes. Após sua morte, Esculápio transformou-se na constelação Serpentenário. A constelação de Ofiúcus ou Esculápio ou o Serpentenário é vizinha a constelação de Escorpião, o significado astrológico de Escorpião nos mostra uma relação simbólica entre o escorpião, a serpente o sexo e nossa humanidade mortal. Morte é a única certeza para o ser humano e o sexo permite em primeira estância a continuidade da espécie. Apesar disso sempre existiram histórias sobre seres imortais, a busca pela fonte da juventude, lugares especiais como a Lenda do El Dourado, onde a vida é para sempre.
O mito do Escorpião possui três fases:
A morte física propriamente dita; o animal venenoso que procria dando fim a sua vida.
A fase inicial representada pela cobra naja símbolo ligado aos sacerdotes e faraós egípcios representando sabedoria, deidade imortalidade.
A fase da libertação máxima deste ciclo é representado pela águia, referindo-se ao dom da visão e a capacidade da alma de renascer livre das pressões terrestres alçando vôo. Escorpião representa também a capacidade humana psicologia (emocional/ mental) de recuperar-se de confrontos que representam grandes perdas e a conseqüente capacidade que o ser humano possui de renascer como a Fênix.
O sexo para além do instinto é a interação empreendida por duas individualidades que se esquecem de si tornando-se um único ser, uma nova individualidade que é a soma destes dois: o breve instante da vida em que se morre para a consciência de si mesmo. A morte o sexo, renascimento a herança a magia e conseqüentemente o poder estão intimamente ligados, causando felicidade ou infelicidade de acordo com a maneira como cada individuo lida com estas questões que podem ser virtudes ou perversões destrutivas.
Conhecemos a existência de Mestres que adquirem a condição de viver através do que chamamos morte, Jesus o Cristo ressurge após a morte. A crença da reencarnação trás a possibilidade de que a vida continua, para alguns a promessa de um Céu onde finalmente podemos viver em harmonia se tivermos merecimento.
Para os Maias o homem perde seu vínculo com a divindade por interferência de sacerdotes que querem o poder sobre a vida e a morte e assim a humanidade fica presa no tempo da terra, mas pressupõe a possibilidade de que o adormecido tem que acordar.
Quem decide o destino de Esculápio é Júpiter que hierarquicamente ocupa o mais alto posto do Olimpo e decide o destino dos semideuses e dos mortais, para a astrologia Júpiter é o regente do signo Sagitário, a soma do animal e do homem que busca sabedoria e Deus.
Sagitário é a outra constelação vizinha a Ofiúcus, representa a busca da divindade a compreensão de verdades metafísicas, a transcendência dos limites puramente humanos, em sua oitava mais alta Sagitário representa a busca da mestria possível a cada homem e mulher de boa vontade, garantida por Júpiter que promove a expansão da consciência para encontrar a missão em Capricórnio. Por regência Júpiter nos leva a Peixes que encerra o zodíaco tradicional e o máximo dentro do ciclo da vida voltada para o sacrifício e a morte como redenção.
Ofiúcus promete com sua competência a imortalidade contrariando as expectativas da era de Peixes.

 

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Curiosamente, no primeiro jogo de Saint Seiya para PS2, para conseguir o 100%, é preciso passar pela 13ª Casa do Zodíaco: A Casa de Ophiuchus, protegida por Shina com a armadura de Ouro. Seiya vence Shina, que morre em seus braços. É uma fase paralela do jogo, assim como o “Sagitário Espectro” que luta contra Seiya.

 

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Em resumo, eram 13 signos do Zodíaco na Antiguidade, com 13 meses no ano, mas o signo representado pela Cobra caindo no esquecimento, principalmente por ser considerado um símbolo maligno para judeus e cristãos.

 

 

Fontes: http://www.astronomie.de/astropraxis/starhopper/ophiuchus/ , http://www.via.esoterica.nom.br/astrologia/ofiucus.htm , http://www.angelfire.com/wizard/acervowiccan/textos/O_13__Signo_e_o_Calend_rio_Wiccano.txt , http://www.cavzodiaco.com.br/noticia.jsp?id=1644 , http://www3.osk.3web.ne.jp/~jidai/saint/shina.jpg.

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Anime x Mangá I: O fim da Batalha das 12 Casas do Zodíaco

Publicado por Diego Maryo em 2008/11/22

Todos sabem que há grandes diferenças entre o anime e o mangá. Mas o que poucos conhecem é que a Saga do Santuário tem um final muito diferente do mostrado no anime. Esta matéria foi escrita com base no mangá Edição Brasileira volumes 21 e 22, episódios 71, 72 e 73 da Saga do Santuário (volume 14 do dvd PlayArte).

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Mangás e Anime

  As primeiras diferenças aparecem na roupa do Mestre Shion, é o elmo dourado e uma túnica preta que Saga de Gêmeos veste nesse mangá, pois o Mestre Ares não existe. Ares foi criado para o anime, sendo chamado de “irmão” de Shion, sempre com o elmo vermelho, foi morto por Saga e seu corpo foi encontrado em Star Hill por Marin. A morte de Ares foi publicada na história lateral 2 (Side History 2) O Conto Secreto de Excalibur (A história secreta de Excalibur – Saga! Prelúdio da ambição), que é uma história oficial desenhada por Shingo Araki e publicada na Jump Gold Selection 2. Confira as páginas da História Lateral 2 (Side History 2):

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Veja as diferenças entre as roupas dos mestres:

Mestre Ares
Mestre Ares: Personagem criado para o anime, é considerado o irmão de Shion. Saga matou Ares e tomou seu lugar. Tempos depois, Marin encontrou o cadáver de Ares em Star Hill, local sagrado onde os mestres do Santuário vão para prever o futuro através das estrelas.
no mangá sua túnica e negra

Mestre Shion: no mangá sua túnica e negra, no começo, quando entregou a armadura a Seiya, era branca também.

 no anime sua túnica é branca
Mestre Shion: no anime sua túnica é branca

Outra diferença é Star Hill, o local é totalmente diferente do mangá. Não há o castelo no cume da montanha. É o local para onde Mu de Áries enviou Seiya, na Saga de Hades (mangá 37), entretanto, nos OVAs Seiya é levado ao Coliseu.

Após descobrir que Saga é o mestre do Santuário e lutar contra ele, o elmo de Gêmeos chora na face da justiça. Até esse momento, anime e mangá estão iguais, mas começam agora as grandes diferenças.

Ikki de Fênix vai ajudar Seiya, no caminho ele vê Shiryu de Dragão com a armadura de Capricórnio, que está caindo do céu (página 79, volume 21). Ao bater no solo, a armadura sai do corpo de Shiryu. Ele pede para Ikki ajudar o Seiya e não se preocupar com ele. Eles se despedem: Adeus, meu irmão!! Lembrando que no mangá, todos os Cavaleiros de Bronze são irmãos de sangue e também aqueles que não voltaram do treinamento para serem cavaleiros.

Ikki chega à Casa de Aquário, lá ele se despede de Hyoga. Em Peixes, Ikki chora por Shun. O cavaleiro de Andrômeda, com a Rosa Sanguenta em seu peito, pede perdão ao irmão por ter deixado ele ir para a Ilha da Rainha da Morte. Ikki se despede: “Adeus, meu irmãozinho!!”

“Adeus a todos vocês, meus irmãos de sangue! Nós nascemos para poder partilhar de uma mesma época!”

Quando Saga tentou decapitar Seiya, Ikki queima a mão de Gêmeos, salvando-o. No anime, ele fere a mão de Saga com as penas da Fênix.

A luta de Ikki contra Saga começa (volume 22), Ikki derruba Saga com seu golpe Vôo da Fênix. Saga alerta que Fênix não poderá usar a mesma técnica contra ele. Ikki ataca novamente e seu poderoso golpe não surte efeito. Ambos usam suas técnicas para dominar o espírito: Ilusão da Fênix contra a Ilusão Diabólica!

Ikki fica paralisado, Saga ordena que ele destrua o próprio braço. Ikki se fere e Saga ordena que ele corte a cabeça de Seiya. A cabeça de Seiya é cortada e Ikki a segura! Mas Saga acorda e percebe que isso não passou da ilusão criada por Ikki.

Os Cavaleiros de Ouro conversam entre si, mesmo estando cada um em sua Casa do Zodíaco. Mu de Áries revela que o mestre que os lidera é um impostor, o Cavaleiro de Gêmeos. Ele explica que Aiolos e Saga eram os candidatos a Mestre do Santuário, Saga tinha um coração puro e era comparado a um deus. Enquanto eles se perguntam o destino do verdadeiro mestre, uma voz ecoa por todo o Santuário: Saga o matou! É o próprio Gêmeos quem revela. Ele diz que o culpado é o Grande Mestre (Shion) que escolheu Aiolos para ser seu sucessor há 13 anos. Saga vai até Star Hill e mata Shion, tomando seu lugar. “… tenho a sensação que sua alma abriga um demônio perigosíssimo”, diz Shion antes de morrer.

Ao conhecer a verdade, Aiolia tenta ir até Saga e salvar Atena, mas é impedido por Mu. O Cavaleiro de Áries diz: “Se isso fosse possível, eu e o Mestre Ancião já teríamos agido há muito tempo. Mas o céu está testando Atena.” É uma prova celeste, se os Cavaleiros de Bronze não salvarem Saori, não serão cavaleiros de verdade e ela não será a verdadeira Atena…

Em breve, a continuação dessa matéria.

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Há dois Espectros de Mandrágora com Surplices diferentes?

Publicado por Diego Maryo em 2008/11/03

A resposta é Não. Muitos fã que acompanham o mangá The Lost Canvas em algum momento se perguntaram ao verem o Espectro Fiodor de Mandrágora: Mas Mandrágora não é a Surplice de Queen (Rainha) de Alraune?

A dúvida surge ao lerem a Enciclopédia – Edição brasileira. Lá, na página 128, esta está escrito: Mandrágora da Estrela Celeste Demoníaca – Queen. E No mangá 03 de Lost Canvas, na página 11, encontramos o Espectro Fiodor de Mandrágora:

  

“Dizem que as Mandrágoras são ervas que nascem sob os pés dos enforcados. Essas plantas tem raízes bifurcadas , que lembram um corpo humano, e soltam um grito estridente quando arrancadas do solo. A crendice popular diz que esse grito leva à morte qualquer criatura presente no local.”

 

Afinal, quem é o Espectro de Mandrágora? Analisando as duas Surplices podemos ver a diferença entre Queen e Fiodor. A Surplice de Queen na verdade é Alraune, uma personagem feminina do folclore alemão associada às mandrágoras:

 

A base para a história de Alraune data da Idade Média alemã. A raiz da mandrágora (Mandragora officinarum), que possui um formato vagamente humanóide, era creditada pelos alquimistas como sendo produzida pela ação sobre a terra do esperma de enforcados, que ejaculavam ao terem seus pescoços quebrados. A própria raiz era utilizada em filtros e poções de amor, enquanto que seus frutos supostamente facilitavam a gravidez. De bruxas que faziam sexo com a raiz de mandrágora, dizia-se serem capaz de gerar prole, todavia, sem sentimentos, capacidade de amar ou alma.”

  

A Surplice de Fiodor tem a forma da Mandrágora, planta da família das Solanaceæ. São-lhe atribuídas propriedades medicinais: afrodisíaca, alucinógena, analgésica e narcótica. O uso da raiz da planta é muito antigo, encontrando-se citado nos textos bíblicos em Gênesis 30:14 e Cantares 7:13. Segundo lendas medievais, as raízes da mandrágora deveriam ser colhidas em noite de lua cheia, puxadas para fora da terra por uma corda presa a um cão preto; se outro animal ou pessoa fizesse esta tarefa, a raiz “gritaria” tão alto que o mataria. Outra lenda refere que a mandrágora tinha como semente o esperma de um homem enforcado. Mandrágora é nome de uma planta que possui virtudes fecundantes e afrodisíacas, uma raiz medicinal cujo fruto, idêntico a uma pequena maçã, exala um odor forte e fétido. A raiz da planta tem a forma humana e de acordo com a crença popular.

fiodor1.jpg fiodor.jpg mandragore.png 

Portanto, Alraune e Mandrágora estão sempre associadas, mas não representam a mesma coisa. Por isso os Espectro Fiodor de Mandrágora e Queen de Alraune possuem Surplices diferentes.

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500.000 hits!!! Seção Hipermito!!!

Publicado por Diego Maryo em 2008/09/03

Leia a mitologia de Saint Seiya, o Hipermito:

O botão está localizado na coluna esquerda deste site, em matérias.

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