Em primeiro lugar, o que é FANZINE??
De um modo geral o fanzine (ou zine para os íntimos) é toda publicação feita pelo fã. Seu nome vem da contração de duas palavras inglesas e significa literalmente “revista do fã” (fanatic magazine). Alguns estudiosos do assunto consideram fanzine somente a publicação que traz textos, informações, matérias sobre algum assunto. Quando a publicação traz produção artística inédita seria chamada revista alternativa. No entanto, o termo fanzine se disseminou de tal forma que hoje engloba todo tipo de publicação que tenha caráter amador, que seja feita sem intenção de lucro, pela simples paixão pelo assunto enfocado.
Assim, são fanzines as publicações que trazem textos diversos, histórias em quadrinhos , reprodução de HQ’s antigas, poesias, divulgação de bandas independentes, contos, colagens, experimentações gráficas, enfim, tudo que o editor julgar interessante.
Os fanzines são o resultado da iniciativa e esforço de pessoas que se propõem a veicular produções artísticas ou informações sobre elas, que possam ser reproduzidas e enviadas a outras pessoas, fora das estruturas comerciais de produção cultural. (Fontes: revista Anime Do e site Fanzines CDZ)
Abaixo, os fanzines de Diego Maryo:
A Grande Saga dos Deuses - Cap.1 : Ártemis e Apolo (jan/2007)
O poderoso deus do sol vai à Terra para tomar a vida de sua pequena irmã Atena, deusa caída e corrompida perante o Panteão Olimpiano. Seiya eleva seu cosmo até o Nono Sentido, o Big Will, para salvar Saori. Agora, o mortal tornou-se tão poderoso quanto um deus do Olimpo! Enquanto isso, Ártemis teme o renascer dos Cavaleiros de Ouro. Uma terrível batalha entre deuses tem início!
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Lançado no Anime Dreams 2007 (Fanzine Expo);
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Divulgado no site CavZodiaco.com.br.
- Divulgado no site Fanzines CDZ.
A Saga dos Deuses - Cap.0: Anjos Solares (jul/2007)
O Santuário de Atena é invadido por 3 inimigos vindos do Monte Olimpo. São os poderosos Anjos Solares, servos de Apolo. Eles estão em busca de Ártemis, que está aprisionada no Star Hill. A deusa da Lua tomará uma drástica atitude para fortalecer os Anjos. Saori está em seu templo, protegida pela reluzente Armadura de Atena. Uma nova inimiga surge, sob o comando de Apolo. É Velaska de Ambrosia, a única humana escolhida pelos deuses para nascer no Olimpo. Sua missão é guiar os Anjos Solares e, finalmente, matar a deusa Atena! A Última Batalha das 12 Casas está prestes à começar!!
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Lançado no Anime Friends 2007 (Fanzine Expo).
A Saga dos Deuses - Cap.1: A Queda Dourada (jul/200
Os poderosos Anjos Solares finalmente chegam à primeira Casa Zodiacal. O Cavaleiro de Ouro, Mu de Áries, trava um combate mortal com a Sacerdotisa de Apolo: Velaska de Ambrosia. Éton, Flégon e Pírois seguem para as próximas Casas do Santuário. No templo de Atena, Seiya e seus amigos protegem Saori e juram nunca se separarem.
Apolo observa as batalhas de seu templo, um dos 12 que formam e protegem o Monte Olimpo.
Cavaleiros de Atena, lutem contra as forças divinas que esqueceram o Amor!
Deus Hades (jul/2003)
O Imperador do Inferno enfrenta Atena em Giudecca. Hypnos e Thanatos lutam contra os Cavaleiros de Ouro. Nos Campos Elíseos, inicia-se a verdadeira batalha final!
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Lançado no AnimeCon 2003 (FanzineCon).
Renascimento dos Deuses (jul/2004)
A Guerra Santa contra o Imperador Hades e seus 108 Espectros chegou ao fim… Zeus, o deus soberano do Monte Olimpo, ressuscita Éris (a Discórdia), Abel (o Deus-Sol) e Durval (o antigo representante de Odin) para eliminar Atena. O deus do trovão também liberta seu irmão Poseidon da Ânfora de Atena… Conseguirá a deusa da humanidade enfrentar essa nova ameaça?
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Lançado no AnimeCon 2004 (FanzineCon).
Artemis, a deusa sideral (jul/2004)
Os Cavaleiros Celestiais, os Anjos comandados por Artemis, enfrentam os Cavaleiros de Atena. Eiri e Julian Solo lutam em defesa da Terra. O confronto final entre os deuses do Olimpo está prestes à começar!
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Lançado no AnimeCon 2004 (FanzineCon).
O grande barato de editar um fanzine
por: Anime Pró - 28/01/2006
Afinal de contas, por que muita gente parece perder tempo (e dinheiro) produzindo um fanzine? A verdade é que a satisfação gerada pela confecção de um zine – de ver o seu esforço pessoal concretizado na forma de uma revista, de poder distribuí-lo por aí, e por fim, de poder receber comentários (favoráveis ou não) – não tem preço, e muitas vezes, valem mais que rios de dinheiro…Por que a gente faz fanzine?
Os motivos podem ser inúmeros, mas geralmente os fanzineiros são formados por fãs de determinado assunto, como personagem ou autor de quadrinhos, atores de cinema, músicos etc. É muito comum grupos de fãs formarem um fã-clube, e daí, surgir um boletim com notícias destinadas a suprir a necessidade de informação deles e de outros interessados pelo assunto.
Aqui no Brasil, o primeiro caso de um boletim informativo é creditado ao Sr. Edson Rontani, de Piracicaba – interior de São Paulo – que, em 1965, lançou o Ficção (Boletim do Intercâmbio Ciência-Ficção Alex Raymond). Adiante, Rontani voltaria a lançar outras publicações independentes, assumindo de vez o termo inglês “fanzine” (magazine do fã = revista do fã), para elas, a partir de meados dos anos 1970.
Há também, aqueles que buscam o caminho da profissionalização através dos zines, seja como um pesquisador, entrevistador, tradutor, ou mesmo como desenhista e roteirista de histórias em quadrinhos. Surge então, um novo termo para essas publicações que trazem única e exclusivamente HQs do autor: “Revistas Independentes”.
Há inúmeros exemplos de quadrinhos independentes que acabaram virando obras profissionais, tais como os de André Diniz (proprietário da editora Nona Arte), o do personagem Meteoro (deste que vos escreve), publicado pela Editora Escala, e da heroína Velta, de autoria de Emir Ribeiro – que inclusive, chegou a ser desenhada por Mike Deodato (atual desenhista do Hulk). Nos últimos anos, Velta abrilhantou dois álbuns publicados pela Opera Graphica Editora. Como fazer, como divulgar e onde distribuir um fanzine?
Antigamente, era comum produzir fanzines em mimeógrafos. A dificuldade, entretanto, era conseguir aplicar as imagens no trabalho. Com o surgimento das máquinas copiadoras, esse problema foi sanado. Além disso, as copiadoras propiciavam ao editor do zine, produzir poucas cópias (entre 20 e 50) a um custo unitário bem baixo. O problema é que até o final da década de 1980, a qualidade das cópias eram muito ruins, e costumavam ficar apagadas com o tempo – o que depreciava todo o trabalho do fanzineiro.
Em meados dos anos 1990, com o advento de duplicadores digitais, o sonho de vários editores independentes em poder imprimir uma tiragem que ultrapassasse a marca de 100 cópias a custos acessíveis tornou-se realidade, embora a qualidade de impressão neste processo, ainda esteja diretamente ligada à boa vontade do operador da máquina. Alguns editores mais abonados (ou propensos a sacrifícios), preferem imprimir no sistema off set – que costuma sair mais caro no total, mas bem barato, na unidade, e que por conseguinte, dá um aspecto mais “nobre” à sua publicação. Os exemplos são inúmeros, mas podemos destacar a graphic Semideuses, do grupo Saga, de 1993, e o gibi Os Protetores, do selo alternativo Fire Comics, lançado em 1995. Dois mais recentes, podemos destacar o DB Milênio, da Equipe DBM (hoje, Anime Pró).
Mas se você é daqueles que está se iniciando na fanedição (termo usado no meio alternativo a respeito dos editores de fanzines), e não tem a pretensão de investir muito dinheiro nele, a produção básica, consiste no seguinte:- Ao dobrar ao meio uma folha A4, automaticamente, você terá 4 páginas a sua disposição. Se por acaso, você intercalar, digamos, mais 4 folhas dobradas, você já terá um “boneco” de revista de 20 páginas, no formato 15 x 21 cm.- Hoje em dia, com a facilidade da informática, você pode diagramar todo o fanzine no computador. Daí, é só imprimir as páginas no formato especificado e colá-las no boneco.
- Com o boneco completo, você o levará aberto à uma copiadora e imprimirá a quantidade de cópias que quiser.
- Hoje em dia, muitas copiadoras fornecem o serviço de grampear e laminar as bordas da revista (para que não se crie o efeito “escadinha” nas folhas). Mas caso você não se importe com o efeito “escadinha” e queira economizar no serviço de grampo, leve as cópias para casa e as coloque abertas e centralizadas sobre uma borracha macia. Abra a lingüeta de seu grampeador e o pressione contra o centro da folha. Daí, é só desprender a borracha, dobrar as folhas, e sua revista (fanzine) estará montada.É preciso você ter a consciência de que um fanzine não é um trabalho que visa o lucro – ao menos imediato –, e que alguns exemplares podem (e devem), seguir como “cortesia do editor”, a fim de que seu trabalho conquiste alguma repercussão. Para divulgar seu fanzine, você poderá enviá-lo a vários lugares, como jornais e seções de cartas de revistas em quadrinhos. Mas não há garantia nenhuma que você conseguirá algum tipo de repercussão com isso. Não é nem por má vontade dos jornalistas e editores, mas sim, por disponibilidade de espaço e proposta de suas colunas. Mas o legal, é que no meio alternativo a camaradagem costuma imperar entre os fanzineiros. Uns costumam divulgar os outros em suas páginas. O QI, de Edgard Guimarães, é uma publicação voltada, quase em sua totalidade, à divulgação de fanzines. É só enviar um exemplar para o Edgard (Rua Capitão Gomes, 168 –Brasópolis – MG 37530-000); que ele fará uma resenha e reproduzirá seu zine no QI (Quadrinhos Independentes) – que por sua vez, tem uma distribuição abrangente de 500 exemplares. - Por fim, além de distribuir seu fanzine pelo correio, você poderá colocá-los em lojas especializadas (comic shops) e até em bancas de jornais, à base de consignação. Geralmente, os lojistas são mais receptivos a revender fanzines que os jornaleiros, pois suas lojas são verdadeiros points, lugares mais propícios a aparecerem possíveis interessados neste tipo de trabalho. Você pode usar seu poder de barganha, e tentar vender diretamente ao lojista, ou quem sabe, conseguir um anúncio pago da loja dele em sua publicação – o que já ajudaria nos gastos de produção. Produzir um fanzine ou revista independente é uma atividade prazerosa, que propicia ao editor, ensinar e aprender, ao mesmo tempo. O contato via correio é muito bacana, e você acaba conhecendo muita gente interessante, que podem até se tornar suas amigas, futuramente. Se a profissionalização for sua meta, os zines, com certeza, servirão de laboratório para você experimentar e aprimorar seu talento – seja o de escrever, seja o de desenhar. Leve sempre em conta as opiniões sinceras, principalmente as críticas, e saiba tirar proveito de tudo. Saiba que muitos que começaram nos fanzines, hoje são excelentes profissionais. Quem sabe você poderá ser o próximo, hein?Por Roberto Guedes - firecomics@ig.com.br: Editor de quadrinhos da Opera Graphica e autor do livro Quando Surgem os Super-Heróis

































4 comments
Comments feed for this article
Outubro 7, 2007 às 6:20 pm
fabiana
cara é serio você tem ideias fantasticas!
só que eu só consegui ver alguns desenhos que ce fez
não consegui ver o seu fanzine,tem essas imagens no seu blog e no site ,mas eu queria ler o seu fanzine!
elias vc desenha muito bem,meus parabens!continea assim
^_^
Março 13, 2008 às 3:25 pm
Diego Maryo
1. Fabiana, os fanzines eram vendidos nos eventos de São Paulo (Anime Friends, AnimeCon e Anime Dreams), mas agora estará online nesse blog apenas o mais recente: A Saga dos Deuses.
Abril 29, 2008 às 2:00 pm
Diego Maryo « OFFICIAL WEBSITE of DIEGO MARYO
[...] Fanzines [...]
Maio 9, 2008 às 8:18 pm
Levi-sama
nossaaaaa
oi diego lembra de mim? Levi o cara do desenho
pois é estava penssando será q vc poderia postar a minhfa fan-fic aqui??
se disser q sim eu te dou, se n quiser td bem.
flw!!